
Às vezes, converso contigo daquela forma singular que só pode acontecer quando falo comigo mesma nos lugares imaginários em que te encontro e, aí, todas as palavras são válidas e os gestos são a possibilidade de algo mais, não há pontos finais, mas muitas reticências, sorrisos cúmplices e mãos que se tocam.
[Isso porque você me faz feliz]

