domingo, 13 de julho de 2008

Bom Dia

Já não é a primeira vez que falo do silêncio que é meu amigo.
Do estar sossegado que me faz bem, do momento tranquilo que se ouve, quase vazio.
Acordar e ter o amanhecer para mim, abrir uma janela e ver aquela luz difusa que se descola da paisagem devagar à medida que o dia se revela.
A sensação breve de que aquele jardim está ali apenas para meu deleite, envolto numa levíssima neblina que me esconde o último caminho. Até o cão preto acompanhado pela dona foi ali colocado por uma mão Divina para eu os olhar.
Gosto das manhãs, são a imagem do (re)começo, a impressão cíclica do início, cheio de possibilidades e encantos a haver.